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 Quick - O Que Realmente Aconteceu (+18)

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AutorMensagem
PuckTeSeduz



Mensagens : 3
Data de inscrição : 30/11/2010

MensagemAssunto: Quick - O Que Realmente Aconteceu (+18)    Ter Nov 30, 2010 8:24 pm

Introdução
Depois de todo o acontecido, fui apontado como o maior cafajeste do mundo, que levara uma inocente garota para o mau caminho, já que ela ostentava a fama de "boazinha". Mas estou aqui para mostrar a verdade e que, mesmo que eu tenha sido um puto idiota, ela também foi uma vadiazinha.

Capítulo Único - Veritas

Um olhar, um sorriso, um sinal com a cabeça ou até uma sibilação de palavras: às vezes, é mais do que suficiente para algo acontecer. O único problema é que a vida não costuma acabar depois do sexo, e as consequências vem depois. Quem planta colhe, já dizia a máxima.
Tirar a virgindade de garotas parece ser uma coisa tão horrível, que nos faz pensar 10 horas antes de tentar alguma coisa, mas isso é pura balela. Na hora que for pra acontecer, a gente só pensa com a cabeça de baixo, de fato. Não ligamos se ela está carente, necessitada, depressiva ou, o pior de tudo, namorada de seu melhor amigo. Você simplesmente faz.
Tenho 16 anos e sou pai de uma garotinha que mal conheço, eu e sua mãe decidimos dar para adoção, por mais que eu tenha tentado impedir. Pelo menos pude escolher um nome para ela, “Beth”, ah, que nome lindo, falá-lo me faz sentir borboletas no estômago, é, o melhor nome que existe. Ah, e contei que a mãe dela é ex do meu melhor amigo? Pois é, ela não dava para ele, mas eu conquistei-a. Foi mais ou menos assim:
Em ma sexta-feira chuvosa qualquer, após o treino de futebol, lá estava ela, toda ensopada, aquele seu uniforme de cheerleading grudado em seu corpo escultural, que não tive nenhuma pressa em olhar. Ela, meio desconcertada com a situação, disse:
- Hey Puckerman, pegue um babador. – e sorriu.
Bingo, pensei. Estava no papo, não esbravejou nem nada, e ainda aprovou de certa forma a minha atitude. Resolvi atacar:
- Quinn, você deve estar com frio. Estou com o carro da minha mãe, não quer uma carona?
- E você tem carta?
- Tenho talento natural para dirigir.
Ela riu, abrindo outro sorriso perfeito. Revirou os olhos, mordeu os lábios (símbolos de atração pelo proibido, mas ok) e concluiu:
- Antes morta por acidente de carro do que por pneumonia. – e segurou em meu braço, enquanto íamos para o carro.
Chegando a sua casa, soltou uma das piores desculpas do mundo:
- Ah não, meus pais passarão o fim de semana fora e já devem ter saído de viagem, e nem se desculparam, que triste! – sorriu – não quer me fazer companhia? Tenho biscoitos e chá quente?
- Acho que não – respondi seco – aposto que os da minha vó são bem melhores.
Desapontada com a minha reação, e sem perceber o que eu planejara, ela insistiu:
- Por favor, morro de medo de ficar sozinha em casa, já está quase escurecendo, e essa chuva me aterroriza...
Sorri, deliciando prematuramente a vitória:
- Tanto faz, não teria nada de melhor para fazer mesmo.
Entramos em sua linda casa, e logo pensei por que ela estudava naquela espelunca, provavelmente poderia pagar uma escola bem melhor. Sentei-me no sofá, fingindo estar desinteressado e não muito a vontade de estar ali. Depois de fingidos tediosos 10 minutos, Quinn aparecera com uma bandeja cheia de biscoitos e dois grandes copos.
- Eu sei que você não iria querer chá, e sim uma coisa um pouco mais revigorante – e pegou uma garrafa de vodka em uma gaveta onde não se acharia bebidas normalmente, mas parecia um esconderijo anti-adolescentes ou coisa assim. Abriu a garrafa e encheu os copos. Fiquei observando enquanto ela fazia sutis caretas quando bebericava o copo.
- Hey, se não está acostumada, misture com refrigerante ou coisa assim, desce mais fácil... mas um copo de vodka para uma menina como você parece ser muito... – com um agradecimento, ela se levantou e foi pegar uma garrafa de Sprite, e, quando voltei, cuspi uma frase - mas já deu para perceber que você não é o que parece.
Levantando uma sobrancelha, fitou-me perguntando:
-O que você quer dizer com isso?
Levantei-me, até ficar em sua frente, encarando e falando entre os dentes:
-Do que estou falando? Você namora o meu melhor amigo, é presidente do clube de Celibato e está aí, só falta você subir nessa mesinha e fazer uma dança erótica. Você acha que não saquei a sua? Sei o que você quer, e é isso – peguei sua mão e coloquei em minha virilha – vadia.
Nota mental: se não quiser levar o pior tapa da sua vida, direto no nariz, não chame uma garota de vadia. Depois de quase quebrar meu nariz, sentou-se em uma poltrona, chorando e bebendo mais um pouco de sua vodka com Sprite. Peguei a garrafa de vodka, enchi seu copo e tomei do meu.
-Beba, essa noite será muito longa. – e continuei bebendo, de pouco em pouco.
Não deu meia hora e ela já estava falando mole, desabafando
- O Finn é um bobo, idiota, imaturo, infeliz, sem iniciativa, tão interessante quanto uma girafa de pano! Meus pais estão orgulhosos pela minha vida escolar, mas sou líder te torcida do pior time da temporada e meu clube de celibato só tem pessoas santas, como você, Santana e Brittany, e claro, o Finn, ai, o Finn, tão idiota, e, francamente, só é virgem de corpo, depois de tantas investidas sobre mim, sua alma já não é virgem nem no signo, ai o Finn, como tenho raiva dele, como amo ele, ai, e agora ele olha para aquela pigméia nariguda, aquela irritante da Rachel Berry, e não olha para mim, a garota mais desejada, a mais popular de todo McKinley, por que será? Será que estou engordando? Ah, é isso, eu estou engordando! Sou uma típica balofa que se sente desejada, ah, que terrível! O que você acha Puck? – ela dissera tudo isso em mais ou menos 30 segundos, sem contar intervalos para o álcool, dificultando o entendimento.
- Err, hum, te acho linda, é isso. E acho que você merecia coisa melhor do que o Frankenteen.
Mais uma vez, ela riu e abriu um sorriso sedutor:
-E o que é essa tal “coisa melhor” que não encontro?
-Acabou de achar – disse, me aproximando e beijando-a, segurando sua nuca com força, levantando-a sem nem deixar tempo para colocar o copo em cima da mesa, este que se estilhaçou no chão, mas nenhum de nós reparou. Quem sabe, ela achou que era sua segurança a integridade se quebrando, ou nem percebeu mesmo. Mantive-a presa dentre meus braços, enquanto beijava quente e velozmente, ela parecia um tanto desesperada, passando a mão em meus cabelos, descendo por minha nuca e quase rasgando a camiseta que vestia. Por um segundo, pensei se estaria fazendo o certo, e nesse momento ela dirigira minha mão para sua bunda, espantando todo e qualquer pensamento racional.
- Vem aqui, tenho uma coisa para te mostrar – e cambaleou, o cômico cambalear dos bêbados, até o quintal dos fundos. Seu jardim era grande, com esculturas de plantas que devem ter custado uma fortuna para se aparar, uma piscina que nunca limpara antes e uma jacuzzi, lugar em que ela quase tropeçou para dentro, brincando com a água e me chamando. Andei até lá, tirando minha camiseta e sapatos, pensando se a calça jeans seria um obstáculo. Entrei na água morna e fui atacado de cara pela Rainha da Castidade, que ia beijando meu pescoço e descendo, beijando meu peito, barriga até arrancar minhas calças animalescamente, porém, voltou à superfície, pegando ar e usando-o para me beijar. Suas roupas estavam todas molhadas e grudadas, facilitando meu acesso ao zíper, que logo puxei, retirando todo seu macacão “Cheerio”. Explorei seu corpo com minhas mãos, até chegar a sua vagina, que logo fui massageando, vendo-a gemer de excitação e prazer, sentindo seu nervo rígido. Um sorriso safado formou-se em seus lábios, enquanto sentava-se de frente para mim, no meu colo. Para uma presidente de Celibato, ela sabia como dar prazer par um homem. Pegou em meu pênis, manipulando-o, me tentando a continuar, como se fosse um desafio. Continuei massageando sua vulva, chegando a seu clitóris, e quanto mais o fazia, mas ela manifestava prazer. Não demorou muito até interrompê-la para a penetração, já era hora. Garotas, não se iludam, não existe esse negócio de “vou devagarzinho para você se acostumar, entendo que seja sua primeira vez e blábláblá”, nós não batemos a porta; invadimos sem pensar muito, como já disse, a cabeça dominante nessas horas é a de baixo. Penetrei em seu corpo, sentindo seu hímen se romper, uma quase imperceptível mancha de sangue subira, mas não ligamos para isso. Sua expressão misturava dor, prazer e excitação. Lentamente, ela cavalgava, tentando sentir cada movimento, até que foi acelerando, já que se acostumava com a dor que tentava, inutilmente, atrapalhar. Ajudei estimulando seu clitóris, dando uma risadinha de prazer. Nesse momento, eu me segurava para não gozar, imaginando que isso deixaria Quinn frustrada, mas pela expressão dela, não ia demorar muito até que ela atingisse o orgasmo, então apenas gozei, vendo que ela recebera o sêmen de forma estranha, até que um pensamento veio a tona, e foi logo se levantando e dizendo:
-Puck, você usou algum tipo de proteção?
-Obviamente não, caso contrário você teria visto quando estava “lá”, não é?
Corada, me deu mais um tapa e saiu gritando e me amaldiçoando até a minha quinta geração. Pensei por um minuto que a minha próxima geração poderia ser a dela também, mas não ousei falar. Botei minhas roupas e fui embora, enquanto ouvia seu choro desesperado do quarto. Bem, missão cumprida. Transei com a garota mais desejada do McKinley antes de seu próprio namorado. Apenas um cara como eu conseguiria um feito como aquele. E só uma idiota que é contra pílula do dia seguinte engravidaria numa situação dessas, mas isso já história para outra hora. #Puckisses e obrigado por lerem, pela primeira vez, o que realmente aconteceu aquela noite.
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